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Pantanal Por do Sol Abelhas Aquário em Nobres - MT Rafting em Jaciara - MT Caverna Aquário em Nobres - MT Chapada dos Guimarães Jacaré no Pantanal Aranha Chapada dos Guimarães Pantanal Pantanal Araras Azuis Pantanal Xingú Borboletas Aranha Pantanal
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Pacotes Turísticos

Cuiabá - City Tour

City Tour

O City Tour em Cuiabá terá duração de 5 horas, passando pelos pontos turísticos:
- Casa do Artesão
- Zoologico UFMT
- Museu do Rio
- Sesc Arsenal
- Aquário Natural
- Parque Mãe Bonifácia
- Museu do Índio
- Centro Geodésico
- Centro de Eventos do Pantanal
- Igreja do São Gonçalo

Inclui:
Visita à todos pontos mencionados, Transporte, assistência de guia de turismo, almoço ou jantar com a Peixada Típica Cuiabana.

Não está incluso:
Bebidas e itens não mencionados.


Conheça Cuiabá

Hospitalidade e simpatia são as características mais singulares, marca registrada dos cuiabanos e de quem hoje vive na tricentenária cidade verde. Além de bons hotéis, a capital mato-grossense tem profissionais capacitados, tecnologia, padrão de qualidade internacional e uma das melhores e mais bem-equipadas infra-estruturas do país para a realização de eventos de pequeno, médio e grandes portes.

O ciclo do ouro, ainda no século XVIII, foi importante estímulo ao fluxo migratório. Em meados do século passado, o processo de ocupação e colonização das terras mato-grossenses ficou conhecido como a “Marcha para o Oeste”. Em 1970, a cidade vive uma explosão populacional, motivada pelos projetos de desenvolvimento da Amazônia.

Em meio a essa fusão de costumes e sotaques, o cuiabano de tchapa e cruz, (expressão usada para quem nasce em Cuiabá) e dela não pretende sair, preserva seu sotaque, suas crendices e seus valores. De manhã cedinho, em jejum, ele toma o guaraná ralado na grosa com água “bem gelaaada” e ganha a disposição necessária para mais um dia de trabalho e lazer. A bebida energética e famosa por seus poderes afrodisíacos, é motivo de orgulho na região.

Do barroco ao neogótico, o Centro Histórico de Cuiabá é permanente convite a um passeio pelos estilos arquitetônicos do passado. Construídos sobre minas de ouro, seus casarões de arquitetura colonial remanescente do século XVIII. Ruas estreitas e sinuosas, verdadeiros labirintos, revelam estratégias usadas pelos colonizadores para despistar aventureiros atraídos pela fartura das minas auríferas. Para assegurar a preservação desse patrimônio que compreende 400 imóveis, o tombamento foi homologado pelo Governo Federal em 1992.

Por estas ruas, caminharam homens sonhadores e de luta. O Almirante Augusto Leverger, condecorado Barão de Melgaço, impediu a invasão do território durante a guerra do Paraguai. Para tirar a capital do isolamento, em 1892, o Marechal Cândido Rondon atuou na construção da ilha telegráfica que ligaria finalmente Mato Grosso ao estado de Goiás.

Arcebispo de Cuiabá, Dom Aquino Corrêa foi o conciliador da crise instalada entre o Partido Republicano Mato-grossense e o Partido Republicano Conservador; Eleito governador em 1918 fundou a Academia Mato-grossense de Letras.

Cuiabá, a capital do Estado que mais cresce no país, vive um processo de rápida expansão comercial, industrial e de serviços. Aqui casarões coloniais dividem espaço com prédios de arquitetura moderna e largas avenidas.

Capital brasileira do agronegócio, a prosperidade da Cidade Verde se revela no crescimento do Distrito Industrial que abriga mais de 10 (dez) mil trabalhadores e cerca de 200 empresas nos setores de agroindústria, transporte, combustíveis, madeira, couro, plásticos, cimento, alumínio e aço, entre outros.

Arrojados shoppings centers e galerias comerciais reúnem mais de 1.000 (mil) lojas e 20 salas de cinema, por onde circulam mensalmente um fluxo superior a 1.000.000 (um milhão) de consumidores e turistas atentos aos lançamentos e novidades.

A força da economia e modernidade de Cuiabá se refletem também nos centros de convenções, diversificada rede bancária, casas de câmbio, tecnologia para o trabalho – como auditórios para teleconferências, e para o lazer – casas de jogos eletrônicos, lan-houses, e cybercafés. Com hora marcada, é possível visitar a sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Cuiabá, a cidade brasileira que mais cresceu nos últimos 20 anos, também tem qualidade de vida. De acordo com o Censo 2000 (IBGE), temos o 2º (segundo) melhor índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. Com variação positiva de 8.03 %, estamos acima da média nacional e entre as 4 (quatro) capitais brasileiras com melhor desempenho de índices de qualidade de vida.

Suas igrejas datadas do período colonial apresentam arquitetura simples como a barroca. Com estilo gótico, traços e símbolos ocultos que motivam polêmicas mundiais, a igreja Nossa Senhora do Bom Despacho é uma réplica em miniatura da Catedral de Notre Dame de Paris. Cuiabá abriga ainda o Grande Templo. Com capacidade para atender 25 mil fiéis, é o maior espaço evangélico da América Latina e têm estrutura para receber caravanas vindas de todas as regiões do país.

Das artes em cerâmica ao teatro, Cuiabá é um centro de produção cultural, apresentado ao mundo pela poesia do cuiabano Manoel de Barros, pela vasta produção literária de Ricardo Guilherme Dicke, Silva Freire e Wladimir Dias Pino, um dos responsáveis pela eclosão do movimento concretista no Brasil.

Nas artes plásticas, Adyr Sodré, Clóvis Irigaray, Victor Hugo, Dalva Barros, o primitivista Nilson Pimenta e Gervane de Paul, somados a tantos outros, retratam as riquezas da terra e contribuem para o acervo cultural do país.

O peixe é fresco, fisgado antes do amanhecer. A canoa encosta ao barranco e começa o ritual. Sobre o fogão, á panela de ferro fundido, vai alho, cebola, tomate, pimenta malagueta e pimentão; Por último as costelas ou tradicionalmente, as “Ventrechas” do Pacu. Farinha para engrossar. Servido na cumbuca de barro, o caldo de pacu, sacia a fome, fortalece o ribeirinho para a lida no rio e tem efeitos milagrosos.

Destaque para a mojica de pintado, preparada com filés (de pintado ou caxara) e mandioca em cubos. O pacu pode ser frito, ensopado, assado na folha de bananeira ou direto na brasa. O caldo é considerado de alto potencial afrodisíaco. Diz as sabedorias populares local, que a cabeça “enfeitiça” os visitantes e não os deixa seguir a viajem. Imperdíveis são também o caldo de piranha e o escaldado cuiabano.

Além da deliciosa Maria Izabel, acompanham os pratos à base de peixe, a farofa de banana – preparada com farinha torrada e banana da terra bem madura. Verde a banana também pode ser cozida com carnes. Doces e licores provêm dos frutos do Cerrado. O furrundu – à base de mamão, rapadura, cravo e gengibre, e o licor de pequi são iguarias. O bolo-de-arroz e de queijo, o francisquito e o pixé, feito com farinha de milho torrada e moída, enriquecem a lista das delícias cuiabanas. A gastronomia na capital tem representações ainda na culinária nacional e internacional, permitindo aos paladares mais exigentes, viagens inesquecíveis pelos sabores do Brasil e países dos 5 (cinco) continentes.

Cuiabá conta com pequenos recantos naturais e opções de passeios ecológicos dentro da cidade. Para os amantes da natureza, os sons dos pássaros e a flora típica do cerrado podem ser apreciados em áreas próximas, a poucos minutos do centro.

Os locais mais visitados são o Horto Florestal e parques como o Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô, e Massairo Okamura.

Quente e convidativa! Assim é - como o clima e o povo da cidade - a noite cuiabana. É à noite que a cidade se transforma e se firma como um dos centros mais agitados do país.

Tudo começa com a descontração e informalidade dos famosos happy-hours, onde todas as tribos se encontram para aliviar um cansativo dia de trabalho. Ao ar livre, temáticos e despojados, os barzinhos estão localizados nas principais avenidas, praças e centros gastronômicos da capital.

Chopinho feito na hora, música ao vivo e muita gente bonita atrai visitantes e seduzem convictos boêmios. Dezenas de boates, boliches, pista de kart e casas de sinuca compõem o rol das opções de diversão e entretenimento.

Noite afora, casas de shows, espetáculos e muita sensualidade esquentam o clima e contribuem para tornar Cuiabá uma cidade que oferece de tudo um pouco, e tem o maior prazer em receber e agradar seus visitantes.

Dados Socioeconômicos:

População: + de 500 mil
Área: 3.538 km
Clima: Tropical quente e úmido
Temperatura média: 35º
Código de Área: 65

Saiba Mais:

No segmento da Tecelagem, destacam-se as "Redeiras" que, antigamente, fiavam e tingiam o fio com o qual teciam as redes contendo motivos lavrados em sua extensão. Levam 30 dias ou mais no feitio de cada rede, o que encarece o produto e dificulta a atividade enquanto profissão. Encontramos ainda algumas tecedeiras na região de Cuiabá e Várzea Grande, entre outros municípios.

O Pilão pode ser considerado como artesanato utilitário, apesar de algumas pessoas utilizarem-no como peça decorativa. Sua matéria prima é a madeira de cumbaru ou piúva e tem como função pilar, por exemplo, arroz, para fazer bolo de arroz, milho, para fazer pamonha.

Artesãos e artesãs trabalham com Cerâmica, apresentado-a em diferentes tipos: utilitária simples, utilitária figurativa e decorativa. A utilitária simples é destinada ao uso doméstico; a figurativa também é funcional, mas apresenta formas mais elaboradas; a decorativa, como o próprio nome diz, tem como função decorar, enfeitar.

Há grupos que profissionalizaram-se na arte da modelagem do barro, como o núcleo do São Gonçalo Beira-Rio (em Cuiabá), artesãos de Poconé, Rondonópolis, Rosário Oeste, Várzea Grande, etc. Modelam: potes, panelas, vasos, moringas, jarros, talhas, fruteiras, bois, cavalos, pintinhos, santos, etc, que são queimados à lenha, em forno ou fornalha.

A Viola de Cocho, principal instrumento utilizado nas toadas de cururu e siriri, é confeccionada pelos próprios cururueiros. Eles têm a sabedoria acerca das melhores madeiras (dentre as quais: sarã, mangueira, figueira), o período em que devem ser cortadas, as ferramentas a serem utilizadas (machado, facão, enxó, plaina, faca, marreta, lixa), colas adequadas (de poca de peixe, de batata, de sumbaré) e cordas que darão o melhor som (tripa de macaco, bugio ou ouriço).

Os Trançados com fibras vegetais de taquara, buriti e urumbumba são confeccionados por indígenas e moradores da zona rural, produzindo toda espécie de cestarias e móveis. Este tipo de artesanato é muito encontrato nas comunidades ribeirinhas do Rio Cuiabá.

Cuiabá é, enfim, a síntese da emoção que o visitante vai experimentar ao conhecer as rotas turísticas que Mato Grosso oferece passando por Amazônia, Cerrado, Araguaia e Pantanal.

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